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Perceções e dados da Onda Verde

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04.03.2026

Ultrapassados os especialmente chuvosos dias de inverno deste ano, entramos no último terço da época desportiva, chegando à fase em que tudo se decide. É agora, muitas vezes no pormenor dos jogos decisivos, que se conquista um lugar ao sol e se inscreve a glória nas páginas da história.

Nesta fase da época contam, acima de tudo, os resultados. E já assistimos a épocas construídas de sonhos transformarem-se em pesadelos, sem que friamente houvesse oportunidade para valorizar o processo, o futebol jogado e a qualidade dos intervenientes diretos, de jogadores e de equipas técnicas.

Nesta fase não existe margem de erro, a exigência competitiva dos jogos aumenta, as emoções apertam e as vitórias, por absurdo, até podem valer mais do que os meros três pontos, particularmente nos jogos em que os eternos candidatos ao título se defrontam entre si.

Na esteira dos êxitos conquistados nos últimos cinco anos — três campeonatos vencidos nesse período — o Sporting entra nesta reta final do último terço da época exibindo argumentos e um desempenho que o habilita a sonhar com a conquista do ambicionado tricampeonato, sucesso só registado por duas vezes e que já não atinge há 73 anos, para situarmos na recorrência e no tempo sobre a importância de alcançar novamente esse feito.

Embora não esteja ainda no lugar mais desejado na tabela classificativa, o primeiro, a equipa do Sporting é reconhecida por muitos, atrevendo-me a dizer pela maioria dos observadores e comentadores da nossa praça futebolística, como aquela que apresenta melhor qualidade e atratividade no seu processo de jogo, com um nível exibicional consistente na maioria larga das suas partidas. Sim, como em........

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